Quando o jogo acaba, o medo começa: derrotas inesperadas no futebol elevam em 6% os registros de violência doméstica
Marcia*, de 45 anos, aprendeu a ler o calendário do Campeonato Brasileiro antes de conseguir dar nome ao que vivia. Nos dias de jogo do Corinthians, o jantar tinha que estar pronto antes de a bola rolar. As crianças iam para a casa da avó sempre que dava. Visitas, ela desmarcava com desculpas inventadas. Durante…










