O número impressiona e deveria constranger os poderes constituídos. Em menos de seis meses, cerca de 6,5 mil mulheres solicitaram medidas protetivas de urgência no Amazonas. O dado, registrado pelas delegacias especializadas da capital e do interior, revela a dimensão de uma violência que muitas vezes começa dentro de casa, se prolonga pelo medo e, agora, também se espalha pelo ambiente virtual. O volume de pedidos mostra que a resposta não pode se limitar à porta da delegacia.
Efetividade – A Lei Maria da Penha é um dos instrumentos mais importantes do país para romper o ciclo da violência doméstica. Mas, como já é sabido por todas as autoridades, a eficácia da lei depende da presença efetiva do Estado antes que a ameaça se transforme em tragédia, atendimento rápido, fiscalização rigorosa das decisões judiciais e acolhimento psicossocial.
Rede – O AM conta com delegacias especializadas, atendimento on-line e acompanhamento pela Ronda Maria da Penha. São ferramentas relevantes, sobretudo em um estado marcado por distâncias geográficas e desigualdade no acesso a serviços públicos.
Prioridade – Ainda assim, os números deixam claro que a proteção às mulheres precisa ser tratada como política permanente, integrada e prioritária, não como reação episódica a casos extremos.
Vitrine – Manaus receberá, no dia 30 de junho, o 72º Fórum do Consecti, encontro que reúne secretários estaduais, fundações de pesquisa, universidades e atores do ecossistema nacional de ciência, tecnologia e inovação. A previsão é de pelo menos 70 participantes na sede do governo do Amazonas.
Sinal – A realização do fórum na capital amazonense será usada pelo governo como demonstração de força do Estado na agenda da inovação. O evento tem apoio da Sedecti e ocorre em meio à tentativa de consolidar o Amazonas como polo emergente de CT&I no país.
Bioeconomia – Um dos pontos centrais da programação será o debate sobre o impacto da bioeconomia no ecossistema local de inovação. Segundo o secretário Jeibi Medeiros, a discussão servirá para ampliar o debate em torno do Plano de Bioeconomia do Amazonas, que está prestes a entrar na fase de implementação.
Proteção – Em meio à escalada de alertas sobre violência no ambiente escolar, a Secretaria de Educação do Amazonas mandou equipe a Brasília para participar da 2ª Formação Nacional do Programa Escola que Protege. A agenda do MEC reúne estados para afinar protocolos de crise e ações de prevenção dentro das escolas.
Grupo – Representaram o AM servidores do Núcleo de Inteligência em Segurança Escolar, da Coordenação de Atenção à Saúde Psicossocial do Estudante e do Centro de Formação Padre José Anchieta.
Alerta – Bullying, racismo, discriminação e violência extrema foram temas tratados no encontro. A programação também reforçou que segurança escolar não se resolve só dentro da sala de aula: exige articulação entre educação, saúde, assistência social, segurança pública e sistema de justiça.
O número impressiona e deveria constranger os poderes constituídos. Em menos de seis meses, cerca de 6,5 mil mulheres solicitaram medidas protetivas de urgência no Amazonas. O dado, registrado pelas delegacias especializadas da capital e do interior, revela a dimensão de uma violência que muitas vezes começa dentro de casa, se prolonga pelo medo e, agora, também se espalha pelo ambiente virtual. O volume de pedidos mostra que a resposta não pode se limitar à porta da delegacia.
Efetividade – A Lei Maria da Penha é um dos instrumentos mais importantes do país para romper o ciclo da violência doméstica. Mas, como já é sabido por todas as as autoridades, a eficácia da lei depende da presença efetiva do Estado antes que a ameaça se transforme em tragédia, atendimento rápido, fiscalização rigorosa das decisões judiciais e acolhimento psicossocial.
Rede – O AM conta com delegacias especializadas, atendimento on-line e acompanhamento pela Ronda Maria da Penha. São ferramentas relevantes, sobretudo em um estado marcado por distâncias geográficas e desigualdade no acesso a serviços públicos.
Prioridade – Ainda assim, os números deixam claro que a proteção às mulheres precisa ser tratada como política permanente, integrada e prioritária, não como reação episódica a casos extremos.
Vitrine – Manaus receberá, no dia 30 de junho, o 72º Fórum do Consecti, encontro que reúne secretários estaduais, fundações de pesquisa, universidades e atores do ecossistema nacional de ciência, tecnologia e inovação. A previsão é de pelo menos 70 participantes na sede do governo do Amazonas.
Sinal – A realização do fórum na capital amazonense será usada pelo governo como demonstração de força do Estado na agenda da inovação. O evento tem apoio da Sedecti e ocorre em meio à tentativa de consolidar o Amazonas como polo emergente de CT&I no país.
Bioeconomia – Um dos pontos centrais da programação será o debate sobre o impacto da bioeconomia no ecossistema local de inovação. Segundo o secretário Jeibi Medeiros, a discussão servirá para ampliar o debate em torno do Plano de Bioeconomia do Amazonas, que está prestes a entrar na fase de implementação.
Proteção – Em meio à escalada de alertas sobre violência no ambiente escolar, a Secretaria de Educação do Amazonas mandou equipe a Brasília para participar da 2ª Formação Nacional do Programa Escola que Protege. A agenda do MEC reúne estados para afinar protocolos de crise e ações de prevenção dentro das escolas.
Grupo – Representaram o AM servidores do Núcleo de Inteligência em Segurança Escolar, da Coordenação de Atenção à Saúde Psicossocial do Estudante e do Centro de Formação Padre José Anchieta.
Alerta – Bullying, racismo, discriminação e violência extrema foram temas tratados no encontro. A programação também reforçou que segurança escolar não se resolve só dentro da sala de aula: exige articulação entre educação, saúde, assistência social, segurança pública e sistema de justiça.
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